05 junho, 2009

1ª Festa Beneficente da GABRIEL

Não deixe de participar

 

1ª Festa Beneficente da GABRIEL.

 

Noite do Flash Back na Zoff Club

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Ingressos a venda;

 

ANAIÊ Artesanato do Brasil

Shopping Jaraguá Indaiatuba - Loja 25 e 26 ao lado da Cacau Show  - fone: (19) 3834-5105

 

Diferenth Modas

Rua Ademar de Barros, 378 - Centro - fones: (19) 3894-4159 ou 3318-0176

 

Eva Maria Bijoux

Rua 15 de Novembro, 716 ou 723 - Centro - Fones: (19) 3834-5179 ou (19)3801-2343

 

Para mais informações, (19) 3801-2047 e 9143-2737

 

 

 

04 junho, 2009

Projeto Foto do Coração - Ajuda ao Thiago

Oi, Amigos,

Faz algum tempo que não mando notícias do Thiago, e agora o faço em meio a algumas situações novas e difíceis. Peço um pouco de sua paciência e seu tempo para compartilharnos o que vem acontecendo.
 
Recentemente, trocamos a cardiopediatra do Thiago para uma que atende em Campinas, na tentativa de facilitar um pouco as viagens e diminuir gastos. Ele começou a ser acompanhado pela Dra Ana Paula Damiano, excelente cardiopediatra, que, depois de avaliá-lo e rever todos os seus exames,  nos alertou para a possilibidade de o Thi precisar de um transplante cardíaco (TX), devido a disfunção do Ventrículo Direito (coração fraco e grande)  que ele tem, e isso poderia acontecer bem mais cedo do que imaginávamos. Ela pediu para que pensássemos no assunto, e depois de muita oração e algumas pesquisas, descobrimos  que para transplante cardíaco infantil, a referência é o Incor. O Dr. José Pedro (cirurgião que operou o Thiago) faz transplante com sucesso, mas no Incor existe uma estrutura muito maior nesse sentido, e é a referência no Brasil.
 
Decidimos então procurar o Incor pra ter uma opinião a respeito e passamos em consulta com a Dra Estela Azeka (especialista no assunto e quem coordena a fila de TX cardíaco infantil). Em princípio ela falou o que já ouvi de todos os médicos: que a cardiopatia do Thiago é "incompatível com a vida", mas que por outro lado, apesar dos exames dele mostrarem uma situação horrível, um coração muito fraco e grande,  e um pulmão congesto (cheio de líquido), ela disse que ele está muito bem clinicamente, e isso é o que mais pesa. Portanto, a princípio, esse não seria o momento de se pensar em transplante cardíaco  (Deus seja Louvado!) mas ele ainda continuará sendo avaliado no Incor nesse sentido, teremos que passar em consulta com mais frequência, e ele fará vários exames complexos nos próximos meses. 

Claro que também buscamos a opinião do DR José Pedro, que o acompanha desde o nascimento, e se o Thiago está vivo até hoje, é porque esse médico nunca desistiu dele, sempre investiu no seu tratamento, e com a inteligência e o direcionamento de Deus, manteve nosso filho vivo até aqui. Dr JP acha que não é o momento de pensar em TX também, mas que ainda tem o que ser feito para tentar melhorar a situação do coração do Thi, que hoje está sobrecarregado basicamente devido ao pulmão direito, que não recebe o fluxo de sangue venoso como deveria (ele acha que ainda existem outras artérias que levam sangue arterial pro pulmão, impedindo assim que o sangue venoso entre lá pra ser oxigenado), e isso será investigado e corrigido em breve por mais um cateterismo, pois o último quefoi feito foi inconclusivo.
 
Além disso estar acontecendo, estamos vivendo um momento muito difícil aqui em casa, pois o Paulo, meu esposo, está correndo um sério risco de perder seu emprego,  pois a empresa onde ele trabalha passa por dificuldades, agravada pela crise mundial. Como se tudo isso não bastasse, recebi a notícia que a empresa onde eu trabalho cancelou todos os planos de saúde,  inclusive o do Thiago, pois também está em crise financeira e está cortando custos. O detalhe é que estou afastada da empresa há 2 anos e meio, recebo auxílio doença do INSS devido a depressão que tive depois de ter passado quase 7 meses internada com o Thi quando ele nasceu, e essa licença vence no próximo mês. Espero conseguir prorrogãção dessa licença, mas existe a possibilidade de não prorrogarem...

Pensando em como nos ajudar, uma amiga querida, que faz fotografias como hobbie e profissão, decidiu doar parte do seu tempo e seu trabalho, e criou o  "Projeto Foto do Coração".  Segue em anexo e abaixo os detalhes do projeto. Peço a todos vocês que divulguem aos seus amigos e parentes, para que o projeto tenha sucesso.
 
Pedimos mais uma vez as orações de todos vocês, e a divulgação do projeto, que poderá nos ajudar bastante nesse momento difícil.
 
Agradecemos do fundo do coração! 

Beijos.
Adriana e Paulo 
 
 
 

 

Projeto Foto do Coração

Maio/2009

 

1.     Introducao:

 

Este projeto nasceu da iniciativa pessoal da Marcia Fernandes, do Rio de Janeiro, que fotografa como hobbie e profissão. Alguns de seus trabalhos podem ser visto no site: http://docedeleitefotos.multiply.com .


Marcia descobriu ainda durante a gravidez que seu segundo filho Ian nasceria com uma grave cardiopatia congênita chamada Síndrome do Coração Esquerdo Hipoplásico, conhecida popularmente por “meio coração” (a história deles está contada no blog:
http://meiocoracao.blogspot.com ), e pesquisando chegou até a história de Thiago Saia Rebordões, também portador dessa cardiopatia, e sua mãe, Marcia Adriana, que a apoiou e ajudou nessa difícil batalha.

 

Ian não resistiu, nasceu em dezembro de 2008 e faleceu com 2 dias de vida. Porém, outras crianças com a mesma cardiopatia podem ser salvas, através de procedimentos cirúrgicos paleativos feitos em 3 etapas.

 

Thiago é um deles, e hoje está com 3 anos de vida. A sua história (e de muitas outras crianças com problemas semelhantes) pode ser vista no site idealizado por sua própria mãe: Pequenos Corações (www.pequenoscoracoes.com) – “Histórias do Coração”.


Seus 3 anos não foram fáceis, pois precisou de mais cirurgias e procedimentos invasivos do que o usual, chegando a fazer mais de 7. Isto inclui gastos exorbitantes com médicos (alguns não conveniados com plano de saúde), transporte intermunicipal para tratamentos, medicamentos, cuidados especiais, terapias, e uma ENORME gama de coisas que um cardiopata grave como ele necessita. Além da cardiopatia Thiago tem um atraso motor do lado esquerdo do corpo (Hemiparesia Esquerda), ainda não anda e não fala, necessitando de mais cuidados e terapias diárias.


Hoje, infelizmente, e apesar de toda a luta, apresentou recentemente uma piora, num momento inesperado e caso os médicos não encontrem outra solução, o próximo passo poderá ser o transplante cardíaco, que por sua vez deve ser a última das últimas opções, por conta de toda dificuldade da vida de um transplantado, principalmente em se tratando de uma criança de 3 anos.

 

Ainda com todos esses problemas, a família passa por um grande problema financeiro, pois o custeio de tudo isso é excepcionalmente caro todos os meses, e as visitas aos especialistas precisam ser cada vez mais frequentes.


O pai de Thiago está correndo um sério risco de perder o emprego, pois a empresa onde trabalha passa por uma situação difícil, agravada pela crise mundial. A empresa onde a mãe do Thiago trabalha cancelou todos os planos de saúde, inclusive o de Thiago, também devido a uma crise que atravessa.


Quando Márcia Fernandes precisou e ficou sem chão ao descobrir a cardiopatia do seu próprio filho, Márcia Adriana, mãe de Thiago, foi quem mais a apoiou, e pensando em retribuir e ajudar foi que esse projeto teve início.

 

2.    Descriçao do projeto:


Em determinadas datas e locais pré-definidos, a fotógrafa Márcia Fernandes e possivelmente alguns amigos e colaboradores estarão à disposição para fazer fotos profissionais de quem se interessar.

 

Não há nenhum valor estipulado, a pessoa pode doar desde 1 real, até quanto quiser. Todos receberão 15 fotos em CD e toda a renda serà destinada ao tratamento do Thiago.

 

Para isso já foi disponibilizada uma conta poupança em nome do Thiago para quem quiser fazer a doação diretamente nessa conta, ou até mesmo para quem não poderá participar e mesmo assim gostaria de contribuir com doações.

 

A conta é a seguinte:

 

Thiago Saia Rebordoes
Banco do Brasil
Ag: 3386-3
Conta Poupança: 15427-X
Variação 01
CPF: 394.943.298-13 (para quem desejar fazer transferência ou DOC)

 

Outra opção de doação é através do  Pag Seguro:

www.pagseguro.com.br

dri_rebordoes@hotmail.com

 

P.S. A família autoriza a divulgação da conta por quem se interessar em colaborar.

 

As datas já estipuladas para os primeiros eventos são as seguintes:

Rio de Janeiro:

 

Dia 6/06/2009 (sábado)
Local: Bosque da Barra a partir das 9h da manha.

 

Dias 27 e 28/06/09 (sábado e domingo)

Local: Bosque da Barra a partir das 9h da manha.

 

Sao Paulo:

 

Dias 20 e 21/06/2009 (sábado e domingo)
Local: Parque Ibirapuera, a partir das 9h da manha.

 

P.S. Temos a intenção de marcar outras datas em outras cidades,  mas para isso dependemos de fotógrafos profissionais que se disponham a doar um pouco de seu tempo e seu trabalho, colaborando com esse projeto. Caso você conheça alguém que possa colaborar, divulgue.

 


3.    
Objetivos:

 

3.1.                  Objetivo principal:

 

·        Levantar fundos para o tratamento de saúde de Thiago Saia Rebordões.

 

 

3.2                   Objetivo secundários:

 

·        Sensibilizar a população para o problema das cardiopatias congênitas, a falta de informação, diagnóstico tardio, tratamentos inadequados, etc

·        Divulgar o site www.pequenoscoraçoes.com e o trabalho informal que vem sendo realizado pela mãe de Thiago, há quase 3 anos, através de  apoio e informaçoes às famílias com filhos portadores de cardiopatias congênitas;

·        Experimentar essa forma de “pedir ajuda” para poder repensar e avaliar outros projetos, até mesmo reutilizar este para outros casos que precisem de ajuda financeira;

·        Fazer com que os envolvidos se conheçam, façam amizade e criem assim novos grupos de ajuda;

 

 

3.     Fotógrafos Voluntários:

§        Marcia Fernandes

 

 

 

4.    Patrocínios e colaboradores:

§        Comunidade Cardiopatia Congênita – orkut

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4908289

 

§        Comunidade Pedriatria Radical – orkut

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1651309

 

 

5. Contatos:

Márcia Fernandes:

Nutela3@gmail.com

(21) 3502-9523  ou (21) 7111-1333. 

 

Marcia Adriana (mãe do Thiago)

Dri_rebordoes@hotmail.com

(14) 3016-8983 ou (14) 9792-2091

 

 

Faça sua parte. Compre a Camisa e ajude a efetivação de doações de órgãos. Filme Adote-Globo com elenco da Globo.

Filme Adote-Globo com elenco da Globo.  O trabalho deles tem quintuplicado o nosso número de acessos.  Muito obrigado.  Vejam o video do Video Show.

Clima nos bastidores das gravações era de descontração.







Trabalho desenvolvido pela Rede Globo, em parceria com a Adote (www.adote.org.br) com apoio de grandes atores, que gentilmente fizerem uma linda demonstração de que todos podemos fazer algo para salvar vidas com a doação de órgãos para fins de transplantes.
Palavras-chave: 

Adote promove caminhadas para motivar a doação de órgãos

Doação de órgãos: uma atitude cidadã

por Giovana Cardeira Fioratti — Última modificação 06/03/2009 13:38

06/03/2009

Doação de órgãos: uma atitude cidadã

O Instituto Adote promove caminhadas para motivar a doação de órgãos

A doação de órgãos é um tema polêmico que envolve muitos setores da sociedade.  ONGs e Associações ajudam na captação de doadores que estejam dispostos a ajudar outras vidas com seu sangue, tecido ou, até mesmo, seus órgãos. Em relação à última, existem no Brasil cerca de 12 mil situações de morte encefálica por ano, mas apenas 5 mil delas chegam ao conhecimento das centrais de transplante. É o que conta o diretor executivo do Instituto Adote (Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos), Rafael Paim, em uma entrevista para o Portal Mais Cidadania.

Mais Cidadania: Como é o trabalho desenvolvido pela Adote na doação de sangue e de órgãos?
Rafael: Na doação de órgãos atua no sentido de promover mudanças de atitudes e valores na sociedade e Estado para preservar e melhorar a vida. Para tal, realiza palestras em escolas e outros centros comunitários, faz atendimento pela internet, tirando dúvidas dos usuários, orienta monografias de graduação e outros trabalhos escolares, publica artigos em jornais, dá entrevistas, faz pesquisas, assessora comissões de transplantes, provê informações para imprensa, desenvolve trabalhos sociais e outras ações que promovam o desenvolvimento da cultura e técnica de doação de órgãos e tecidos.

Mais Cidadania: Na sua opinião, por que ainda há poucas pessoas que doam órgãos?
Rafael: O que não faltam doadores, o que falta é doação. Apesar de ainda existir falta de informação, as pessoas terem medo do desconhecido, acreditarem em mitos, o maior problema parece residir mesmo é na efetivação das doações. No Brasil se espera que haja em torno de 12 mil situações de morte encefálica por ano. Apenas cerca de cinco mil chegam ao conhecimento das centrais de transplante.  Se não há notificação, a família não pode ser consultada, logo não há chances do processo evoluir para a doação, captação, distribuição e transplante dos órgãos.  Em síntese, a possibilidade de  salvar vidas é interrompida.

Mais Cidadania: A divulgação das doações é feita de maneira apropriada no Brasil?
Rafael: Ainda não. Precisamos divulgar a importância de ser doador, que muitas pessoas precisam de uma chance de ter uma qualidade de vida melhor ou sobreviver por meio de um transplante. Este trabalho, entretanto, precisa ser contínuo. As campanhas são importantes, mas seu efeito dura enquanto está no ar. Poucas conseguem um resultado sustentado.  Há especial necessidade de centrar as campanhas para o público de profissionais de saúde.  Há uma grande carência de informação, formação e recursos para que estes profissionais se envolvam efetivamente com a doação.

Mais Cidadania: Na sua opinião, faltam doadores ou equipes preparadas para fazer a captação dos órgãos?
Rafael: Os dois, mas certamente, há mais carência de equipes e equipamentos. Infelizmente ainda não temos a cultura da doação de órgãos arraigada em todos os segmentos da sociedade, especialmente entre os profissionais de saúde. Por isso, quando se tem um possível doador, faltam profissionais para a realização dos diagnósticos, manutenção do potencial doador e captação dos órgãos.

Mais Cidadania: Como surgiu a Adote?
Rafael: Já faz 10 anos. Surgiu como homenagem a um familiar que faleceu na fila de transplante após uma espera de quase seis meses. 30 dias antes de seu falecimento foi lançado um site para divulgar a questão do processo doação-transplante que resultou na criação da ONG.  Em 2005, a Adote incorporou o Doeação, criado no Rio de Janeiro, com história semelhante. A Adote deu toda a assistência ao Doeação e hoje os trabalhos são em conjunto.  O Doeação virou uma undiade da Adote com foco em bebês e crianças e a Adote tem atenção para todas as faixas etárias.  Atualmente a Adote tem unidades no Rio Grande do SUL, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Mais Cidadania: Por que algumas pessoas têm resistência a doar órgãos?
Rafael: Na maioria dos casos por desinformação e desconhecimento.  Por exemplo, são praticamente nulas as religiões contra a doação. Além disso, algumas pessoas têm receio do comércio de órgãos.  Há que se entender que a possibilidade de comércio, apesar de existir, é muito, mas muito, remota.  São mais de 30 profissionais envolvidos em um processo de doação e transplantes de órgãos.  Deveria ser uma imensa quadrilha para que isso fosse possível.  No Brasil houve casos confirmados de comércio, mas é importante saber que foram comercializações aprovadas pelos doadores.  As pessoas venderam conscientemente seus rins.  Cabe informar também que o seqüestro para transplante é quase impossível.  A quantidade de médicos para verificar a compatibilidade entre doador e receptor torna essa possibilidade muito baixa ou mesmo nula.

Mais Cidadania: Como funciona a “logística” da demanda e oferta de órgãos e tecidos?Como se tornar um doador?
Rafael: Quando alguém entra em situação de morte encefálica em uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) este diagnóstico precisa de declarado por dois médicos sendo um neurologista ou neurocirurgião. A partir daí, uma Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para transplantes (CIHDOTT) existente em todos os hospitais com mais de 80 leitos, assume o controle do processo, faz a consulta a família e faz o contato com a Central de Transplante sob sua jurisdição. Esta Central é quem define para quem irão os órgãos que serão captados, depois de rigorosos testes de compatibilidade genética entre doador e receptores. Podem ser de 8 a 300 receptores. Definido isso, equipes transplantadoras entra em cena para a captação dos órgãos e realização dos transplantes. O processo todo dura entre 24 e 72 horas.

Mais Cidadania: Qualquer um pode ser doador de órgãos?
Rafael: A doação pressupõe critérios mínimos de seleção. Idade, o diagnóstico que levou à morte clínica e tipo sangüíneo são itens estudados do provável doador para saber se há receptor compatível. Não existe restrição absoluta à doação de órgãos a não ser para aidéticos e pessoas com doenças infecciosas ativas. Em geral, fumantes não são doadores de pulmão.

Mais Cidadania: Como as pessoas físicas podem ajudar a Adote?
Rafael: Adquirindo o livro "Esperando um Coração – Doação de Órgãos e Transplantes no Brasil", cujos direitos autorais pertencem à ADOTE, associando-se à ADOTE e colaborando com um valor mensal, sugerindo e participando de ações de captação de recursos para a manutenção da instituição, adquirindo nossas camisetas e divulgando a ADOTE e a sua missão.

Mais informações sobre a adote no site www.adote.org.br.

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03 junho, 2009

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Filme Adote-Globo com elenco da Globo.  O trabalho deles tem quintuplicado o nosso número de acessos.  Muito obrigado.  Vejam o video do Video Show.

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