02 maio, 2009

Com famílias mais conscientes, transplante de córneas aumenta em MT

Com famílias mais conscientes, transplante de córneas aumenta em MT
24Horas News - Cuiabá,MS,Brazil
Para melhorar essa situação, desde 2007, a Central Estadual de Transplantes instituiu uma Campanha Permanente de Doação de órgãos, na qual são enfatizadas ...

29 abril, 2009

Aumenta número de transplantes de pulmão em SP

Aumenta número de transplantes de pulmão em SP


Confira novo episódio da série de Drauzio Varella.

 

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1099140-15607,00.html

 

Conheça pessoas que contam os dias, as horas e os minutos à espera uma notícia que pode significar a diferença entre a vida e a morte. É gente que espera a hora de fazer um transplante de órgão. São histórias que poderiam ter qualquer um de nós como personagem, porque qualquer um de nós pode um dia precisar de um transplante.

 

Luiza Leazi de Farias tem 15 anos e precisa de um transplante de pulmão. Ela ganhou um notebook e pode se comunicar com todas as pessoas em São Paulo?

 

28 abril, 2009

BOA COMUNICAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO PARA QUE A FILA DO TRANSPLANTE ANDE - Dr.Ricardo Teixeira

BOA COMUNICAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO PARA QUE A FILA DO TRANSPLANTE ANDE - Dr.Ricardo Teixeira

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www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Carla Furtado   

27-Abr-2009

Um dos maiores gargalos para o sucesso de um programa de transplante de órgãos é o consentimento da doação de órgãos pela família.

Há uma série de famílias que declara ser a favor da doação de órgãos, mas na hora de tomar a decisão muda de idéia. É de extrema importância a identificação de fatores que possam ser explorados para aumentar o número de famílias que irão decidir pela doação e uma pesquisa recém-publicada pelo British Medical Journal examinou os 20 principais estudos que investigaram essa questão.

Identificou-se que os fatores mais importantes para o sucesso da doação de órgãos foram: 1) fornecer aos familiares adequada informação sobre o processo de doação e seus benefícios; 2) alta qualidade nos cuidados ao potencial doador; 3) garantir que os familiares tenham um claro entendimento sobre o conceito de morte cerebral; 4) antecipar o processo de solicitação de doação ao momento da notificação da morte cerebral do potencial doador; 5) realizar o processo de solicitação de doação em ambiente privativo; 6) envolver profissionais treinados no processo de solicitação de doação. Existem evidências também de que é preciso dar tempo para a família refletir. É recomendável que, mesmo após uma primeira posição negativa da família, seja feita uma nova abordagem, já que muitas famílias mudam de opinião.

O número de pessoas aguardando na fila do transplante aumenta cada dia mais, mas não se vê o mesmo crescimento no número de doadores. Uma grande porcentagem das pessoas que precisam de transplante literalmente morre na fila e esse grave problema de saúde pública deve ser tratado da forma mais profissional possível. O processo de solicitação de doação junto às famílias requer tempo e treinamento, e o plantonista da UTI na maioria das vezes não é o profissional mais indicado para assumir esse papel. O presente estudo sugere que a melhoria do processo de comunicação com a família seja o fator que consiga mais rapidamente incrementar o número de doações num programa de transplante. Em nosso meio, ainda contamos com dificuldades como a falta de aparelhagem e profissionais preparados para o diagnóstico de morte cerebral, situação que tem sido oportunamente exposta pelo Dr. Drauzio Varella em recente campanha na TV.[14]

:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" www.consciencianodiaadia.com e consultor do Grupo Athena.