Cooperação para a captação de órgãos
Cooperação para a captação de órgãos
O MP já vinha atuando no acompanhamento da doação de córneas. Com o resultado positivo, trabalho será feito para outros tipos de doações
Tamanho da Fonte Redação Jornal Coletivo
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) assinou termo de cooperação técnica com a Secretaria de Segurança Pública e com a Secretaria de Saúde para estabelecer e regulamentar a mútua cooperação para desencadear o processo de captação de órgãos no Distrito Federal. Segundo o conselheiro do MPDFT, Diaulas Costa, o Distrito Federal tem hoje a maior captação de córneas do País per capita graças ao convênio firmado com o GDF. “Durante mais de um ano nós acompanhamos onde estavam os problemas na captação de córneas e mostramos isso ao governo e fomos muito bem-sucedidos nessa parceria. Por isso vamos assinar a prorrogação deste Termo de Ajustamento de Conduta por mais 5 anos”.
Foto: Dênio SimõesGovernador Arruda faz sinal positivo à cooperação técnica do Ministério Público na área de saúde do Distrito Federal
Segundo o conselheiro, a dificuldade de doação de córneas foi quebrada através da Central de Comunicação da Secretaria de Segurança, que transformou os números 190, 193 e 154 também em números para doação de órgãos. Com a captação de córneas resolvida, agora o esforço será concentrado em também superar as dificuldades para a captação de órgãos. Durante mais de um ano o MP ficou mapeando os problemas dessa captação e agora, por ocasião do lançamento do pacote de medidas da Saúde do GDF, apresentou estudo para implantação de projeto na área. “Precisamos melhorar essa captação para que Brasília possa voltar a ser a capital com maior captação de órgãos do País. Com a implantação dessa proposta, feita pelas equipes do MP e da Central de Captação de Órgãos da Secretaria de Saúde, nós teremos muito em breve Brasília como a maior captação de órgãos do Brasil.
Nós queremos retomar esse lado grandioso da saúde porque conta com a solidariedade humana, conta com pessoas que no leito de morte são capazes de entregar um pouco de si para salvar vidas”, disse Diaulas Costa.




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