03 janeiro, 2007

Doação: um ato de amor

Ajudar ao próximo é dever de todo cidadão. Ou pelo menos para aqueles que ainda tem um coração. Mas, é atividade que tem sido pouco, ou quase nada difundida em nossa sociedade. Como se fosse uma ação devida somente a supostos santos ou os que buscam sê-lo, a doação é deixada de lado e substituída pela arrogância, egoísmo e intolerância das grandes capitais e de seus pequenos habitantes.

Algumas propagandas e ações isoladas tentam chamar a atenção dos estressados telespectadores para o mundo que sangra e pede socorro. E não me refiro apenas aos atentados e guerras que acontecem pelo mundo, mas ao seu vizinho, ao seu filho, ao seu cachorro ou até você mesmo.

Muitos se enganam ao achar que doar algo ao próximo consiste só e somente só em dar apoio financeiro. Poucos sabem o real sentido de doar e perdem-se nesta falácia em busca de um suposto pedacinho no céu. E fortes são os que compreenderam que a doação em seu sentido real pode salvar uma vida.

Dinheiro, tempo, mão amiga, afago, carinho, atenção. Muitas são as formas de se doar uma esperança para alguém. Ao cachorro ou à criança abandonada dê não somente a bola, mas ensine-os a brincar. Ao filho dê um sinal de afeto e mostre o quanto sua presença é importante. Ao vizinho dê um sinal de apoio e mostre que não está sozinho no mundo.

E a você mesmo dê uma chance de descobrir as riquezas que tem ao seu redor e aprenda assim a lição que muitas vezes mais importante que o dinheiro é o ato de doar-se a outro alguém. Mesmo que por um minuto, uma hora ou uma vida.

Visite a coluna de Mayara Paz acessando aqui.

Contato: mayarapaz@hotmail.comwww.tribunadosol.com.br/doisemxeque
Autor : Mayara Paz
Créditos : Mayara Paz
Fonte : Universo da Mulher
Voltar

01 janeiro, 2007

2007 começa com Excelentes Notícias

Bebê transplantado do coração recebe alta
O quarto 213 da unidade pediátrica do Instituto de Cardiologia (IC) concentrou todas as atenções de pacientes, médicos e funcionários da instituição nesta quinta-feira. O motivo foi a presença do menino Matheus Bitencourt Lazaretti, de oito meses, transplantado do coração neste mês e que recebeu alta, retornando para Bagé. Matheus nasceu com uma patologia chamada miocardiopatia hipertrófica - aumento na espessura das paredes do coração, o que ocasionava obstrução na passagem do sangue do ventrículo esquerdo para a aorta, sendo a cavidade interna do ventrículo esquerdo quase inexistente. A única alternativa de cura era o transplante em função das características do bebê. A mãe Cristina Barcelos Bitencourt, 35 anos, lembrou que sempre foi contra a doação de órgãos, mas que a partir de agora fará o que for preciso para divulgar os benefícios deste gesto. Antes da realização do transplante a mãe disse que o menino tinha dificuldades para mamar (cansava rápido e largava o peito) e que as mãos e os pés estavam sempre gelados. "Quero dizer que este momento é um presente de Natal antecipado", destacou Cristina. Matheus recebeu o coração de uma criança de dois anos que apresentava um quadro de hidrocefalia e não resistiu após a realização de uma cirurgia. O presidente do IC, cirurgião Ivo Nesralla, disse que o caso é inédito no Brasil porque o menino ficou apenas 15 dias na lista de espera para o transplante. A média de tempo na lista de espera de adultos é de seis meses. Segundo Nesralla, apenas o Incor de São Paulo e o IC fazem transplantes em bebês e crianças no País. É a primeira vez que o Cardiologia realiza um transplante em lactentes - bebês de 30 dias a dois anos.A equipe médica responsável pela cirurgia foi composta pelos cardiologistas Ivo Nesralla, Estela Horowitz, Paulo Prates, Renato Kalil, Guaracy Teixeira Filho, João Ricardo Sant'Anna, Orlando Wender e Abud Homsi Neto, além da enfermeira Lídia Lucas Lima. O anestesista foi Ary Tadeu Lírio dos Santos.

JORNAL DO COMÉRCIO

Abraços

Rafael