11 agosto, 2006

Doe um coração - Dona Jusefa

JUSEFA Neli de Lucena Costa-64 anos. Descobriu q tinha problemas cardíacos no nascimento de uma de suas filhas.Entretanto,os sintomas intensificaram-se em 2000 qndo teve inicio o sofrimento.Desde então está sofrendo.Seu problema cardíaco originou problemas respiratórios,seu quadro agravou-se e Dona Jusefa está internada na UTI do HOSPITAL DO CORAÇÃO/ NATAL.Na última internação o quadro d Jusefa piorou e o diagnóstico é claro:ou ela recebe um CORAÇÃO ou não resistirá.Jusefa necessita d um TRANSPLANTE d coração o mais rápido possível.Esperamos q ninguém passe por uma situação parecida,pois a dor é muito grande.Esperamos tb q nenhum familiar ou amigo d vocês faleça.Mas,como n controlamos a morte,se algum conhecido falecer,faça c q a vida da pessoa se prolongue n apenas em sua memória e no seu coração,mas sim na vida d outra pessoa.NADA MAIS MÁGICO DO Q MESMO APÓS A MORTE,SER VIDA!Quem tiver o conhecimento d algum possível transplante para Jusefa, por favor,ENTREM EM CONTATO!!(84)9132-2011 Wilza(filha).
Obrigada

Fonte:

Doe um coração - Dona Jusefa http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18517851 Esta mensagem foi enviada por Gabriela Medeiros. Para ver o perfil de Gabriela, clique em: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11962022391337965626

09 agosto, 2006

O Bebê Elias precisa de Ajuda

Salvador, 07.08.06

Em 21.12.05, minha irmã, Maria de Lourdes Pimentel Moraes adotou um bebê, aos 07 meses de idade . Esta criança ao nascer, em 29.04.05, recebeu o nome de ELIAS RODRIGUES SANTANA, hoje se chama ELIAS PIMENTEL MORAES.

Ele foi abandonado por sua mãe biológica, aos 02 meses de vida em um hospital público aqui de Salvador – Ba, por ser portador de problemas cardíacos congênitos.

Vejam: a situação está difícil para minha irmã que é uma pessoa detentora de certo conhecimento, está regularmente inserida no mercado de trabalho. Agora, imagine a situação vivenciada por aquela pobre mãe desempregada, vítima do sistema econômico perverso e injusto a que estamos submetidos. Abandonada por seu marido e já com 03 filhos e sem nenhuma condição para cuidar do seu rebento, que além de tudo veio portando uma doença grave.

Como deve ter sofrido aquela mulher. Para se ter uma idéia, Elias toma diariamente, 12 tipos de remédios. Decerto, abandoná-lo em um hospital público seria a única saída para que seu filho não morresse a mingua. Supondo, talvez, que pelo menos, o problema de saúde estaria resolvido...!!! Ledo engano! Lá, o bebê ficou prostrado durante 05 meses, sem ninguém para gritar por seus direitos. Sem receber os estímulos necessários ao desenvolvimento que sua idade e seu estado de saúde tanto reclamavam. Até o momento não consegue ficar de pé. Está começando agora, a sentar e tentando engatinhar.

O fato, é que esta criança precisa ser submetida urgentemente, a duas cirurgias cardíacas sendo que uma só pode ser feita em São Paulo, segundo informou a médica que o acompanha. Tal procedimento cirúrgico é necessário para reverter as grandes artérias. Ele é cianótico, seu pulmão está se complicando, pois já é portador de hipertensão pulmonar, uma vez que deveria ter sido submetido a essa cirurgia antes de completar um ano de idade, todavia está hoje com 01 ano e 04 meses, ainda aguardando vaga através do SUS, pois atendimento particular custa muito caro.

O plano de saúde de sua mãe adotiva não o acolheu, sob alegação de que o mesmo nascera com problemas de saúde. Ela apelou para a Justiça, porém como sabemos, esta é muito lenta, tendo sido marcada audiência, ainda para outubro, e, aí talvez seja tarde demais.

Inspirados por Deus, até conseguimos um médico, que com sua grandeza de espírito, ao tomar conhecimento da gravidade do caso, se comprometeu a fazer uma das cirurgias, [a corretiva], aqui em Salvador, através do SUS. Entretanto, o Hospital Santa Isabel, onde ele opera, alega não possuir leitos suficientes, e não há previsão de quando haverá vaga.

Não sabemos mais o que fazer. O problema está se agravando. Estamos de mãos atadas, rogando ao Deus Pai Todo Poderoso que seja corrigida tamanha injustiça.

Na Semana dedicada à adoção, o Juizado de Menores pediu a minha irmã que concedesse uma entrevista a um jornal local, [a qual estou enviando anexa], para incentivar a adoção de crianças com problemas de saúde, cujas quais, geralmente são preteridas.

Como se vê, minha irmã fez a parte dela, não pensou duas vezes, motivos para recusar até tinha, pois é solteira, já adotou duas meninas, hoje com 19 e 24 anos. Sua idade inclusive, já está um tanto quanto avançada, para tal façanha, [60 anos]. Mas não deixou ao abandono, um ser inocente e indefeso. Todavia, o Estado que tem obrigação de promover a saúde e o bem estar do cidadão, não faz a sua parte. É desolador e revoltante.

De acordo com a própria Cartilha do SUS, lançada pelo Ministério da Saúde, essa negativa de internação representa ofensa à Constituição Federal de 1988 [em especial aos Artigos 1º, inciso III, 5º caput, 196 e 198, inciso II], que estabelece como fundamento do país democrático em que vivemos a dignidade da pessoa humana e dispõe ser a saúde um direito de todos e um dever do Estado, que tem a obrigação de proporcionar um atendimento integral. Fere também a Lei que criou o SUS - Sistema Único de Saúde (Lei 8.080/90) a qual garante o acesso aos serviços de saúde de maneira eficaz e sem qualquer discriminação.

Fatos como este, não devem permanecer na obscuridade, têm de ser denunciados. Este pequeno ser, não pode mais ser penalizado. Seu problema, não é somente seu, ou de sua família, mas de todo cidadão que não aceita a forma desrespeitosa e negligente como são tratados todos aqueles que dependem da Saúde Publica nesse país.

Precisamos de socorro. É uma vida que está em jogo. E, caso essa criança sobreviva sem ter sido submetida ao tratamento cirúrgico indicado, certamente ficará com sérias seqüelas para o resto da vida. E, aí de quem será a culpa? Quem pagará por isso? Reflitamos sobre isso.


Atenciosamente,


Maria José Pimentel de Moraes Pires
pimenta13@gmail.com

07 agosto, 2006

MS é campeão de transplante renal

Cirurgia

MS é campeão de transplante renal

Ministério da Saúde aponta Mato Grosso do Sul como Estado que mais realiza transplante de rim . 3.Ago.2006 Cristiane Guimarães

DOURADOS – A Sociedade Brasileira de Nefrologia e o Ministério da Saúde realizaram pesquisa sobre os Estados brasileiros onde mais se realizam transplante renal. No topo da lista está Mato Grosso do Sul, com 33 cirurgias para cada milhão de habitantes. São Paulo vem em segundo lugar, com 30 transplantes por milhão e em terceiro Rio Grande do Sul, com 28 por cada milhão de habitantes.A pesquisa poderia ser mais positiva se não fossem considerados os novos casos. De acordo com dados do Ministério, a incidência de doenças renais crônicas tem aumentado consideravelmente. Hoje, 54 mil pacientes estão em programa crônico de diálise e o número cresce 10% por ano. Segundo o nefrologista e coordenador do Projeto Assistencial Interdisciplinar aos Pacientes Transplantados da Grande Dourados (PAI), Antonio Pedro Lucas Bittencourt, a doença renal tem aumentado, muita vezes, por indisciplina das pessoas. "A hipertensão e o diabetes ainda são os maiores vilões do rim. Geralmente quando os pacientes detectam o problema renal já é tarde demais, resta ao médico encaminhar ao tratamento dialítico", explica.DouradosEm Dourados, 140 pessoas aguardam na fila do transplante e, enquanto esperam, enfrentam todos os dias a rotina dolorosa da diálise e da hemodiálise. A Clínica do Rim, por exemplo, mantêm 23 máquinas funcionando 24 horas para atender a demanda de doentes, que em grande parte vem dos 37 municípios da região. Durante o tratamento os pacientes de outras cidades são acolhidos na Casa Abrigo da Associação de Doentes Renais Crônicos (Renassul), onde recebem pouso, alimentação e auxílio psicológico. "Vencer a doença é uma batalha, por isso é muito importante a ajuda da Casa, principalmente para aqueles que deixam suas cidades em busca de tratamento", disse o transplantado Flores Tenório.A situação dos doentes poderia ser amenizada se Dourados também fosse credenciada a fazer o transplante de órgãos. Somente este mês nove pacientes terão que ir até Campo Grande para realizar a cirurgia. Segundo o nefrologista Antonio Pedro, a luta para trazer o procedimento cirúrgico para a cidade está terminando. "Estamos em fase, praticamente, final do processo. Conforme exigência do Ministério da Saúde, as Comissões Intra-hospitalares para o procedimento deverão estar montadas até dezembro deste ano. O Hospital Universitário, por exemplo, já homologou a comissão. Agora buscamos o credenciamento dos hospitais para ampliar a captação e doação de órgãos. Em breve, não só os doentes renais como todas as pessoas que necessitam da doação de órgãos serão atendidas aqui na cidade", explica o médico.

mais... http://www.progresso.com.br/not_view.php?not_id=24273