21 novembro, 2006

Sem remédio nem respeito à lei

De acordo com as informações recebidas sobre o problema do Caio , temos divulgado na Internet a matéria que se segue:


Sob o titulo "Sem remédio nem respeito à lei" o jornal Extra (Rio de Janeiro) publicou, na página 17, de sua edição de 24/10, a reportagem que passo a transcrever:
"Vitima de uma doença genética rarissima no Brasil, o pequeno Caio Basan, de 5 anos, está sobrevivendo graças à ajuda de parentes.Apesar de ter, desde 2003, uma decisão judicial favorável que obriga o governo estadual a fornecer todos os medicamentos necessários ao tratamento de pseudohipoaldosteronismo (os receptores da glandula supra-renal não funcionam ), desde fevereiro, ele não recebe os remédios. Todo o mês, a familia se une para pagar o tratamento , que custa R$ 2 mil.
--- Conseguimos um mandado de busca e apreensão na Justiça , que, se não for cumprido, pode levar à prisão do secretário. Já é a segunda vez que temos de fazer isso . É sempre uma luta. Se não receber o remédio , ele morre. Caio ainda tem outra doença, a fibrose cística, cujos remédios consigo no Instituto Fernandes Figueira. Às vezes, atrasa, mas a associação de vitimas dessa doença nos ajuda --- conta a mãe de Caio, Claudia Basan. Ela conta que descobriu a doença do filho logo em seu primeiro mês de vida, quando a criança teve uma grande perda de peso. Caio foi então internado em um hospital particular, onde permaneceu por dois anos e meio.
---- Tenho plano de saúde, mas os remédios são carissimos . A decisão de 2003 determina que meu filho os receba por tempo indeterminado, pois a doença é crônica e provoca desidratação grave, perda de sódio e excesso de potassio. Ele toma um leite especial e tem muitas restrições alimentares. Nâo posso trabalhar , porque vivo numa correria de internações, médicos e exames . O Caio é a minha vida --- diz."
Adiante , na mesma reportagem, a mãe acrescenta: " ....... Desde a sua alta Caio tem que tomar vários remédios. Os das duas doenças somam quase R$ 10 mil. Não tenho como pagar. Conto com a ajuda de meus familiares para pagar as despesas e comprar remédios , quando faltam. Sem esse tratamento , meu filho morreria."
--“ Considerando que nenhum resultado foi obtido até agora com a reportagem transcrita nem, com a posterior apresentação do caso dele pela TV 9 ( (CNN), solicito aos leitores desse E-mail que, se possivel, o divulguem na INTERNET com o objetivo de que ele venha a sensibilizar àqueles que possam fazer algo em beneficio de Caio Basan.
Aos que se interessarem pelo Caio, o contato poderá ser feito para a mãe dele, Claudia, no tel . 21- 2225 9340”
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Como você Libania é uma das pessoas que se interessam pelo caso do Caio, informamos abaixo os números dos processos, em curso no Judiciário, relativos a ele:

1 – 2003.001.024.153 – 4 1ª Vara da Fazenda Pública
2 - 2005.001.094.397 – 1 12ª Vara de Familia
3 - 2006.004.011.191 – 0 4ª Vara de Familia de São Gonçalo (RJ)


Atenciosamente
Milton lobo

1 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

É muito difícil viver em um país como o nosso, onde pagamos tantos impostos e não temos direito à saúde básica para spbrevivermos com dignidade, enquanto isso, os políticos vão se tratar no exterior, como o vice presidente por exemplo, agora eu pergunto: às custas de quem??? Dos pobres que morrem nas filas enquanto aguardam por atendimento.
Que Deus abençoe o CAio e toda a sua família e que sensibilize a consciencia dos políticos e de quem pode ajudar também.

22/11/06 11:41  

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